Aconteceu...
A sessão de comunicações coordenadas no 18o. InPLA, na PUC-SP.
Sexta-feira, 24 de junho de 2011, 18:40 - 20:40 Sessão Id 81 Sala 204
Texto e trabalho docente em práticas de alfabetização
Tema(s): Ensino de língua materna/Aquisição de primeira língua
Coordenador:Sandoval Nonato Gomes-Santos
(1) Sandoval Nonato Gomes-Santos (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)
O texto na alfabetização: o oral, o escrito e o multissemiótico
(2) Patrícia Sousa Almeida (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ)
Maria Bernadete de Lima (SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO PARÁ)
Trabalho docente e alfabetização: o papel das demandas.
26/06/2011
11/06/2011
Reunião do Gelpea
Dia: 11 de junho de 2011
Local: Escola Astério de Campos
Presentes: Rosangela Nogueira, Ariane Carvalho, Rosana, Sueli Pinheiro, Patrícia Almeida, Dorcas Brelaz, Osana Barbosa, Anchieta Bentes, Aline Araújo, Débora Nascimento, Bernadete Lima, Rita Bentes.
Pauta:
1) Apresentação de “Trabalho docente e alfabetização: a questão das demandas” por Patrícia Almeida e Bernadete Lima.
2) Apresentação de “O trabalho docente, de Bernard Schneuwly” por Rita Bentes.
Trabalho docente e alfabetização: a questão das demandas de Patrícia Almeida e Bernadete Lima
O trabalho será apresentado no dia 24 de junho no INPLA, em São Paulo. Fruto da pesquisa de Mestrado de Patrícia Almeida, em 2008, com alunos da primeira série do ensino fundamental. Tais alunos se apropriaram em um grau bom da escrita, despertando a curiosidade da pesquisadora de como a professora conseguiu realizar esse feito.
As autoras apresentaram:
a) o objetivo - refletir sobre o modus operandi de uma docente e a constituição particular do currículo, em uma prática de alfabetização de uma escola pública municipal localizada na periferia de Belém.
b) o referencial teórico - baseou-se na teoria socioenunciativa de Bakhtin/Volochinov e os estudos do currículo de M. Apple e Tomas Tadeu da Silva.
O currículo é construído dialeticamente, abrangendo saberes e a cultura local e global.
A primeira demanda se constituiu a partir da situação de que alunos se sentiam humilhados pelos demais colegas devido a situação de terem pais com profissões consideradas desprestigiadas – peixeiros, por exemplo. Tal humilhação ocorria por meio de chacotas em sala de aula. A demanda emergida, então, foi a narrativa autobiográfica. A narrativa se tornou a demanda, mas para que ela ocorra o professor deve permitir que isso ocorra.
A professora em outra atividade relacionada levou os alunos para uma área fora da sala de aula para brincar de peteca – prática referida com de cultura local – para depois trabalhar geometria em sala de aula. Nessa atividade emergiram conteúdos atitudinais, uma vez que nessa atividade, somente um aluno tinha petecas e se intitulou “coordenador” do jogo.
É no diálogo, no dizer do que gosta e do que não gosta, que ocorrem as demandas para a sala de aula. É nesse contexto menos planejado que surgem as demandas.
E por que essas demandas geralmente não incorporadas na sala de aula?
O pressuposto é que a bagagem cultural dos alunos devem ser respeitados e agregados ao currículo. Para que isso ocorra deve ocorrer a flexibilidade. O professor deve fazer opções – e essas opções podem estar em conflito com as posições de coordenadores, que dizem o que deve ser feito, como o aluno deve ser avaliado.
Essas escolhas influenciam na vida dos alunos. No contato diário, vai se decidindo o que é mais importante na vida dos alunos.
A seguir, foi discutido a não linearidade da sala de aula, do livro didático.
Nas considerações finais foi dito sobre a sedimentação da prática docente da professora pesquisada, que utiliza elementos ortográficos, gramaticais e discursivos. Os dois últimos são mais flexíveis que o primeiro.
O estilo da professora é o internamente persuasivo, no sentido bakhtiniano de dar espaço para a palavra alheia.
Ocorreu a participação da cultura local, exemplificado na ação de uma aluna que disse para professora que seu pai trabalhava “lá em cima”, significando “na feira”. A professora, no caso, respeito a fala da aluna.
Tais atitudes, de contestar a exploração do trabalho do professor, de demonstrar a consciência no que está fazendo contribuem para a reversibilidade do processo de proletarização do trabalho do professor.
A professora tem consciência que deve ensinar a ler e a escrever, e que isso sirva para que os alunos possam melhorar suas condições de vida.
A segunda apresentação foi do texto “O trabalho docente, de Bernard Schneuwly” por Rita Bentes.
Alguns trechos de sua apresentação:
“O trabalho é em princípio um ato que se passa entre o homem e a natureza”.
Três elementos compõem o processo do trabalho:
“1. A atividade pessoal do homem ou trabalho propriamente dito;
2. O objeto sobre o qual o trabalho age;
3. O meio pelo qual ele age” (p. 137).
Questionamentos: Quais os meios deste trabalho? Quais propriedades destes meios permitem agir sobre o objeto do trabalho? Quais são os objetos sobre os quais trabalha o professor? Quais são as finalidades deste trabalho?
Elementos de resposta a estas questões: O objeto do trabalho docente são os processos psíquicos dos alunos; ou seja, aquilo sobre o que o professor trabalha são os modos de pensar, de falar e de agir, que ele deve transformar em função das finalidades definidas pelo sistema escolar.
Para responder a estas questões, a teoria vigotskiana do desenvolvimento e da construção dos sistemas psíquicos pelas ferramentas ou instrumentos psicológicos, inspirada diretamente na teoria marxista do trabalho, aponta um horizonte:
“Os instrumentos psicológicos são elaborações artificiais, são sociais por natureza, e não orgânicos e individuais, são destinados ao controle dos processos do comportamento próprio e dos outros (...)” (Vigotski, 1930-1985, p. 38).
O professor, como trabalhador, é um agente de transformações visando a produzir, com o auxílio de instrumentos semióticos, uma série particularmente complexa de funções psíquicas como a escrita e a leitura, atividades linguageiras altamente desenvolvidas; ou como os modos de pensar disciplinares manifestos, por exemplo, nos conceitos científicos.
Próxima reunião 6 de agosto de 2011, sábado. Horário 9 horas. Local: escola Astério de Campos
10/06/2011
Convite para reunião do Gelpea
Convidamos a tod@ para a próxima reunião do GELPEA
Dia: 11 de junho de 2011
Hora: 15 horas
Local: Escola Astério de Campos
Pauta:
Apresentações de textos
Informes
Dia: 11 de junho de 2011
Hora: 15 horas
Local: Escola Astério de Campos
Pauta:
Apresentações de textos
Informes
03/06/2011
II Colóquio de Ensino, Pesquisa e Extensão em Língua e Literatura do DLLT
Local: Auditório do CCSE (biblioteca central)
Dias: 16 e 17/06/2011
O II Colóquio tem como objetivo oportunizar um espaço de reflexão e debate sobre a produção do conhecimento no campo da língua e da literatura. Pretende-se com este evento dar visibilidade aos projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão desenvolvidos pelos docentes da UEPA vinculados ao DLLT e de outras IES, como forma de valorização profissional, reconhecimento de mérito e socialização do conhecimento.
A participação do GELPEA será com os seguintes trabalhos:
Dia 16/06 (quinta-feira) - 10:00h às 12:00h - Comunicação oral:
Didatização de gêneros discursivos no ensino básico: desafios e avanços no ensino de português para turmas numerosas. (pesquisa) Profa. Ms. do DLLT Débora Cristina do Nascimento Ferreira.
DIA 17/05 (sexta-feiraa) - 10:00h às 12:00h - Comunicação oral - Coordenação: Profa. Sueli Pinheiro (DLLT)
Práticas de linguagem: recepção e produção de textos em HáQuê: Profa. Ms. do DLLT Rita Bentes, Profa. Esp. Dorcas Brelaz (SEDUC) e Ozana Oliveira (UFPA).
27/05/2011
“Se nos calarmos, as florestas gritarão”
Vejam o quão triste ainda é nossa realidade social...Carta da CPT sobre o assassinato de trabalhadores rurais no Pará.
A Coordenação Nacional da CPT, reunida em Goiânia para uma de suas reuniões ordinárias, recebeu com extrema tristeza e indignação a notícia do assassinato do casal Maria do Espírito Santo da Silva e José Cláudio Ribeiro da Silva, ocorrido na manhã do dia 24 de maio, no Projeto de Assentamento Extrativista, Praia Alta Piranheira, no município de Nova Ipixuna, sudeste do Pará.
Esta é mais uma das ações do agrobanditismo e mais uma das mortes anunciadas. O casal já vinha recebendo ameaças de morte. O nome deles constava da lista de ameaçados de morte registrada e divulgada pela CPT. O de José Cláudio em 2009 e em 2010, e o de sua esposa Maria do Espírito Santo, em 2010 (seguem em anexo as duas listas). Esta lista, junto com a dos assassinatos no campo de 1985 a 2010 foi entregue ao Ministro da Justiça, no ano passado. Mas nenhuma providência foi tomada.
José Cláudio e Maria do Espírito Santo se dirigiam de moto para a sede do município, localizada a 45 km, ao passarem por uma ponte, em péssimas condições de trafegabilidade, foram alvejados com vários tiros de escopeta e revólver calibre 38, disparados por dois pistoleiros que se encontravam de tocaia dentro do mato na cabeceira da ponte. Os dois ambientalistas morreram no local. Os pistoleiros cortaram uma das orelhas de José Cláudio e a levaram como prova do crime.
Registra nota CPT de Marabá, que esteve no local do crime.
José Cláudio e Maria do Espírito Santo foram pioneiros na criação da reserva extrativista do Assentamento Praia Alta Piranheira no ano de 1997. Devido à riqueza em madeira, a reserva era constantemente invadida por madeireiros e pressionada por fazendeiros que pretendiam expandir a criação de gado no local.
Mas nossa indignação aumentou com a notícia, veiculada pelo jornal Valor Econômico do dia de hoje, 25, de que o deputado José Sarney Filho ao ler, em plenário, a reportagem da morte dos dois lutadores do povo, foi vaiado por alguns deputados ruralistas e pessoas presentes nas galerias da Câmara Federal, que lá estavam para acompanhar a votação do novo Código Florestal. Este fato nos dá a exata dimensão de como a violência contra os trabalhadores e trabalhadoras do campo é tratada. Certamente a notícia
destas mortes foi recebida com alegria em muitos espaços, pois mais um “estorvo” no caminho dos ruralistas e dos defensores do agronegócio foi removido.
A Coordenação Nacional da CPT reafirma a responsabilidade do Estado por este crime. A vida das pessoas e os bens natureza nada valem se estes se interpuserem como obstáculo ao decantado “crescimento econômico”, defendido pelos sucessivos governos federais, pelos legisladores do Congresso Nacional que aprovam leis que promovem maior destruição do meio ambiente, e pelo judiciário sempre muito ágil em atender os reclamos da elite agrária, mas mais que lento para julgar os crimes contra os camponeses e camponesas e seus aliados. A certeza da impunidade alimenta a violência.
Parafraseando o Evangelho, não podemos nos calar diante desta barbárie, pois se nos calarmos, as florestas falarão (Lc 19,40).
Goiânia, 25 de maio de 2011.
Coordenação Nacional da CPT
24/05/2011
Comunicação no 4º SBECE e 1º SIECE.
O professor José Anchieta Bentes apresentou hoje, pela parte da tarde, a comunicação “Construção de um paradigma para analisar o fenômeno da (a)normalidade”, no 4º Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação (4º SBECE) e 1º Seminário Internacional de Estudos Culturais e Educação (1º SIECE). Os seminários estão acontecendo de 23 a 25 de maio de 2011 em Canoas - Rio Grande do Sul.
O resumo da apresentação:
Construção de um paradigma para analisar o fenômeno da (a)normalidade
Os estudos da deficiência relacionam pesquisas da questão social da deficiência com os estudos sobre raça, gênero, classe social, nacionalidade, arte e outros. Tais estudos pretendem constituir um agrupamento instável com interesses os mais diversos, unidos pela reivindicação contra os padrões de normalidade que oprimem e rejeitam os corpos anormais. Este trabalho tem a orientação epistemológica dos estudos socioculturais da deficiência, que em linhas gerais pretende uma revisão da dicotomia entre corpo normal versus anormal. Tal escolha não tem a intenção de negar a construção teórica desenvolvida para diagnosticar e prevenir que crianças nasçam com alguma lesão ou a adquiram em decorrência de acidente; também não pretende subestimar os avanços realizados pela pesquisa experimental, que descrevem comportamentos previsíveis na aquisição de informação conceitual e nos processos de compreensão de leitura e fala de vocábulos ou sentenças em crianças com ou sem deficiência. Almeja-se, no entanto, centrar o objeto de estudo na sociedade, na cultura que reproduzem discursos a respeito dos corpos lesionados. O objeto de estudo são as representações ou discursos que regulam o modo de pensar sobre as pessoas deficientes. Essas representações são a respeito dos procedimentos metodológicos, das escolhas dos objetos e instrumentos de ensino, dos procedimentos avaliativos, dos fatos e conflitos que ocorrem no campo de trabalho, das funções do ensino especial e inclusivo, das aprendizagens dos alunos e das políticas públicas que foram desenvolvidas nas escolas. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas, das quais se depreendem discursos de representações sociais das professoras que atuaram em duas escolas especiais de surdos: O Instituto Nacional de Surdos (INES), localizada no Rio de Janeiro-RJ e a Unidade de Educação Especial Professor Astério de Campos (UEESPAC), localizada em Belém-Pa. O papel do pesquisador, neste caso, é filtrar as representações dadas pelos participantes, buscando razões que expliquem as suas participações nos fatos relatados. Os resultados indicam discursos capacitistas e normalizadores, mas também, já se constata afirmações e ações que no trabalho docente vão ser caracterizados de disnormalizadores.
15/05/2011
II COLÓQUIO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO EM LÍNGUA E LITERATURA DOS PROFESSORES DO DLLT
Dias: 16 e 17 de junho de 2011, quinta-feira e sexta-feira,
Local: no auditório da UEPA - CCSE.
Comunicações: de acordo com a programação do evento, ainda em fase de construção, ocorrerá a apresentação de dezesseis comunicações, que serão distribuídas nos turnos da manhã e da tarde. Para a escola, daremos prioridade para os trabalhos já concluídos recentemente ou em andamento que não foram apresentados no I Colóquio.
Período de inscrição: 30/05 A 10/06/2011
Local de inscrição: Secretaria dos Departamentos (9 h às 18 h no CCSE / bloco I - 1º andar)
Público-alvo: profissionais e alunos da área de letras e áreas afins interessados no evento.
Mais informações: 4009-95-25 – DLLT
Local: no auditório da UEPA - CCSE.
Comunicações: de acordo com a programação do evento, ainda em fase de construção, ocorrerá a apresentação de dezesseis comunicações, que serão distribuídas nos turnos da manhã e da tarde. Para a escola, daremos prioridade para os trabalhos já concluídos recentemente ou em andamento que não foram apresentados no I Colóquio.
Período de inscrição: 30/05 A 10/06/2011
Local de inscrição: Secretaria dos Departamentos (9 h às 18 h no CCSE / bloco I - 1º andar)
Público-alvo: profissionais e alunos da área de letras e áreas afins interessados no evento.
Mais informações: 4009-95-25 – DLLT
Relato da reunião do GELPEA 14/05/2011
Dia: 14 de maio de 2011 - 15 as 18:30 horas. Local: Escola Astério de Campos.
Presentes: Jane, Anchieta, Micheline, Sueli, Débora, Rita Bentes, Berna, Patrícia e Fátima.
Pauta: 1) Discussão sobre o texto objeto de ensino
2) Informes
Texto: Objeto de Ensino (SCHNEUWLY, 2011)
• Três objetivos: a) definir o objeto ensinado; b) delimitar o objeto de pesquisa e a unidade de análise – a sequência; e c) primeiras pistas metodológicas – ensino de dois objetos de ensino - objeto gramatical e o objeto de leitura;
• Ponto de partida: a discussão sobre transposição didática- transformação do objeto de saber – objeto a ser ensinado – objeto ensinado (resultado de uma sequência de ensino), o que este saber pode trazer para o social, de benefício para as pessoas;
• Saber de referência – objeto a ser ensinado – objeto ensinado. Gera um percurso que cria elo com a cultura escolar, as disciplinas escolares. Os saberes passam pela disciplinarização em todas as disciplinas: uso assuntos eleitos nessa cultura, terminologia específica, uso da linguagem escrita verbal. O aluno é forçado a adequar-se a este contexto;
• Movimento de transposição externa e a transposição interna;
• Discussão sobre objeto de ensino, objeto ensinado;
• Existem conteúdos: factuais, atitudinais, procedimentais – PCN;
• Diferenças ocorridas no seio da escola: mudanças em relação aos modos de abordar os objetos, novos modos de comportamento do aluno, mudança de objetos a ensinar, introdução de novos objetos, contextualização da gramática a ser trabalhada em outros objetos, a discussão em torno da sedimentação das aulas, as mesclas entre objeto gramatical e o objeto de ensinar gêneros;
Muitos professores julgam trabalhar gêneros, embora usem o gênero para leitura e gramática, tendo o conteúdo em que o professor foi formado e ao lado um objeto complexo para didatizar: o gênero. Percebemos que o gênero não é usado só como pretexto, mas vai além. Até que ponto o gênero está sendo didatizado ou não, em que instância ocorre somente o uso desse objeto como pretexto, até que ponto o professor ou o nosso aluno da graduação está preparado para efetivar este trabalho; “um conjunto de camadas sedimentadas de objetos de ensino e de práticas em reciprocidade que entram em interação com aquilo que a ela vem-se juntar.” (p.6).
• As diferenças existentes entre os modos de didatizar objetos de ensino. As diferenças entre as sequências operadas pelo mesmo professor, por diferentes professores, como os alunos do estágio também fazem a didatização dessas sequências. A discussão, por exemplo, sobre a questão dos módulos das sequências, um módulo pode está apresentado em várias aulas ou um módulo pode está organizado em uma única aula. A organização desse módulo em diferentes níveis de complexidade, tematizando sobre a estrutura temática, composicional, gramatical.
• Topogenese-cronogenese - teoria da forma escolar- espaço-prédio, o tempo da aula, da escola; relação didática- papéis institucionais: instrumentos e de certo poder, autoridade - materiais e simbólicos- poder de coerção, o aluno está submetido a este aparato;
• Modelização didática implica elementarização dos saberes, transformação da função dos saberes - didatização efetiva dos saberes;
• Sequência de ensino - todo objeto faz parte de um objeto que o engloba, todo objeto é decomposto, elementarizado em unidades menores, continuidade de trabalho, atividades articuladas, início e um fim delimitados, possibilidade de recobrir, mas a aula, gênero, não é linear.
INFORME
• II Colóquio de Pesquisa, Ensino e Extensão será realizado pelo DLLT da UEPA, sob a coordenação da Profª. Sueli Pinheiro da Silva, em parceria com os grupos de estudos e pesquisas ligados ao CNPq. Neste evento teremos mesas-redondas intercaladas com apresentação de comunicações e relatos de experiência. Período do evento: 16 e 17 de junho de 2011. As inscrições encerram dia 10 de junho para apresentação de trabalhos.
• A professora Patrícia e a professora Berna participarão do 18º INPLA - Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada Pontifícia Universidade Católica-SP. • sessão coordenada. • comunicação. • pôster São Paulo - PUC 23 a 25 de junho de 2011. Na próxima reunião, ocorrerá a pre-apresentação das professoras.
10/05/2011
Próxima reunião do GELPEA - Convite
Convidamos a tod@ para a próxima reunião do GELPEA
Dia: 14 de maio,
Hora: 15 horas
Local: Escola Astério de Campos
Pauta:
1) Apresentação do texto “O objeto ensinado” de Bernard Schneuwly - Rita Leal, Rita Bentes,Berna;
2) texto 2: “O trabalho docente” de Bernard Schneuwly - Rita Leal e Rita Bentes.
3) Texto 3: Fazeres científicos, fazeres pedagógicos” de Geraldi - Suzanny.
4) Confirmação dos nomes para apresentação no Colóquio de pesquisa da UEPA “Língua e Literatura”.
5) Informes
Dia: 14 de maio,
Hora: 15 horas
Local: Escola Astério de Campos
Pauta:
1) Apresentação do texto “O objeto ensinado” de Bernard Schneuwly - Rita Leal, Rita Bentes,Berna;
2) texto 2: “O trabalho docente” de Bernard Schneuwly - Rita Leal e Rita Bentes.
3) Texto 3: Fazeres científicos, fazeres pedagógicos” de Geraldi - Suzanny.
4) Confirmação dos nomes para apresentação no Colóquio de pesquisa da UEPA “Língua e Literatura”.
5) Informes
08/05/2011
Calendário de Eventos 2011
Grupo de Estudos Linguísticos e Práticas Educacionais da Amazônia - GELPEA
4º Seminário Brasileiro / 1º Seminário Internacional de Estudos Culturais e Educação ULBRA Comunicação oral Canoas - RS - 23 a 25 de maio de 2011.
II SINALEL - II Simpósio Nacional de Letras e Linguística e I Simpósio Internacional de Letras e Linguística -“Linguagem, história e memória” Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão • comunicação Campus Catalão 7 a 10 de junho de 2011.
II Colóquio de Ensino, Pesquisa e Extensão em Língua e Literatura DLLT- Departamento de Língua e Literatura da UEPA • Conferência; • Comunicações - Belém- PA 16 e 17 de junho de 2011.
.
SIELP - Simpósio Internacional de Ensino de Língua Portuguesa Universidade Federal de Uberlândia • comunicação. • painel Uberlândia, MG - 16 e 17 de junho de 2011.
18º INPLA - Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada Pontifícia Universidade Católica-SP. • sessão coordenada. • comunicação. • pôster São Paulo - PUC 23 a 25 de junho de 2011.
59º Seminário do GEL - Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo GEL • painel. • comunicação. • simpósio Universidade Sagrado Coração – Bauru, SP 06 a 08 de julho de 2011.
VII SELIMEL - Seminário de Ensino de Língua Materna, Estrangeira e Literatura Universidade Federal de Campina Grande, PB • comunicação. • sessão coordenada. • pôster Campina Grande, PB 09 a 12 de agosto de 2011.
VI SIGET - Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais Universidade Federal do Rio Grande do Norte • comunicação em simpósio. • comunicação individual. • pôster Natal/RN - Campus Universitário Lagoa Nova 16 a 19 de agosto de 2011.
XX EPENN - Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste – “Educação, Culturas e Diversidades” Universidade Federal do Amazonas • comunicação. • pôster Manaus 23 a 26 de agosto de 2011.
II SISEL - Seminário: Interação e Subjetividade no Ensino de Línguas Universidade Federal do Pará • comunicação oral Belém 22 a 24 de setembro de 2011.
V ECLAE - Encontro das Ciências da Linguagem Aplicadas ao Ensino Universidade Federal do Rio Grande do Norte/Grupo de Estudos Linguísticos do Nordeste (GELNE) • comunicações coordenadas; • comunicações individuais. • apresentação de pôster Natal. 12 a 15 de outubro de 2011.
IX Congresso Latino-Americano de Estudos do Discurso ALED 2011 Universidade Federal de Minas Gerais • conferência plenária. • seminário temático. • comunicação individual. • pôster. • mini-curso Belo Horizonte, MG 1 a 4 de novembro de 2011.
I Congresso Internacional sobre Surdez - Educação, Tradução e Interpretação Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Campinas, SP 18 a 20 de novembro de 2011.
XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística e III Simpósio Internacional de Letras e Linguística Universidade Federal de Uberlândia • comunicação em grupo temático. • painel Uberlândia, MG 23 a 25 de novembro de 2011.
4º Seminário Brasileiro / 1º Seminário Internacional de Estudos Culturais e Educação ULBRA Comunicação oral Canoas - RS - 23 a 25 de maio de 2011.
II SINALEL - II Simpósio Nacional de Letras e Linguística e I Simpósio Internacional de Letras e Linguística -“Linguagem, história e memória” Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão • comunicação Campus Catalão 7 a 10 de junho de 2011.
II Colóquio de Ensino, Pesquisa e Extensão em Língua e Literatura DLLT- Departamento de Língua e Literatura da UEPA • Conferência; • Comunicações - Belém- PA 16 e 17 de junho de 2011.
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SIELP - Simpósio Internacional de Ensino de Língua Portuguesa Universidade Federal de Uberlândia • comunicação. • painel Uberlândia, MG - 16 e 17 de junho de 2011.
18º INPLA - Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada Pontifícia Universidade Católica-SP. • sessão coordenada. • comunicação. • pôster São Paulo - PUC 23 a 25 de junho de 2011.
59º Seminário do GEL - Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo GEL • painel. • comunicação. • simpósio Universidade Sagrado Coração – Bauru, SP 06 a 08 de julho de 2011.
VII SELIMEL - Seminário de Ensino de Língua Materna, Estrangeira e Literatura Universidade Federal de Campina Grande, PB • comunicação. • sessão coordenada. • pôster Campina Grande, PB 09 a 12 de agosto de 2011.
VI SIGET - Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais Universidade Federal do Rio Grande do Norte • comunicação em simpósio. • comunicação individual. • pôster Natal/RN - Campus Universitário Lagoa Nova 16 a 19 de agosto de 2011.
XX EPENN - Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste – “Educação, Culturas e Diversidades” Universidade Federal do Amazonas • comunicação. • pôster Manaus 23 a 26 de agosto de 2011.
II SISEL - Seminário: Interação e Subjetividade no Ensino de Línguas Universidade Federal do Pará • comunicação oral Belém 22 a 24 de setembro de 2011.
V ECLAE - Encontro das Ciências da Linguagem Aplicadas ao Ensino Universidade Federal do Rio Grande do Norte/Grupo de Estudos Linguísticos do Nordeste (GELNE) • comunicações coordenadas; • comunicações individuais. • apresentação de pôster Natal. 12 a 15 de outubro de 2011.
IX Congresso Latino-Americano de Estudos do Discurso ALED 2011 Universidade Federal de Minas Gerais • conferência plenária. • seminário temático. • comunicação individual. • pôster. • mini-curso Belo Horizonte, MG 1 a 4 de novembro de 2011.
I Congresso Internacional sobre Surdez - Educação, Tradução e Interpretação Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Campinas, SP 18 a 20 de novembro de 2011.
XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística e III Simpósio Internacional de Letras e Linguística Universidade Federal de Uberlândia • comunicação em grupo temático. • painel Uberlândia, MG 23 a 25 de novembro de 2011.
07/05/2011
II Seminário Interação e Subjetividade no ensino de línguas (SISEL)
Dias 22 a 24 de setembro de 2011
Realização: Universidade Federal do Pará.
Segundo os organizadores, o evento propõe “instigar uma reflexão ativa sobre os rumos que o ensino de língua vem tomando no Brasil, propondo que cada participante tome a palavra não apenas para expor o trabalho que vem desenvolvendo, mas para discutir de que forma os resultados de seu trabalho podem ajudar a responder se dá no mesmo ensinar gêneros e trabalhar com textos”.
A escolha do tema do evento está relacionada ao fato de que “as propostas de ensino centradas no gênero e aquelas centradas no texto assemelham-se em diversos pontos. Em comum, elas preconizam, por exemplo, que os textos produzidos pelos alunos devem ser tomados como parâmetro para a avaliação dos conhecimentos que eles já possuem, ou ainda, que a organização dos conteúdos de ensino deve orientar-se por uma avaliação constante dos avanços dos alunos e não por uma suposta escala universal de complexidade. Mas há espaços em que os conceitos de gênero e de texto deixam de se recobrir e, tomados como finalidade última do ensino, conduzem a conseqüências muito distintas”. Nessa perspectiva, o evento se propõe a discutir as consequências distintas de se trabalhar com o gênero do texto ou se trabalhar com o texto propriamente dito.
As inscrições com apresentação de trabalho (modalidade comunicação oral) se iniciam no dia 1 de abril e vão até o dia 31 de julho de 2011.
Realização: Universidade Federal do Pará.
Segundo os organizadores, o evento propõe “instigar uma reflexão ativa sobre os rumos que o ensino de língua vem tomando no Brasil, propondo que cada participante tome a palavra não apenas para expor o trabalho que vem desenvolvendo, mas para discutir de que forma os resultados de seu trabalho podem ajudar a responder se dá no mesmo ensinar gêneros e trabalhar com textos”.
A escolha do tema do evento está relacionada ao fato de que “as propostas de ensino centradas no gênero e aquelas centradas no texto assemelham-se em diversos pontos. Em comum, elas preconizam, por exemplo, que os textos produzidos pelos alunos devem ser tomados como parâmetro para a avaliação dos conhecimentos que eles já possuem, ou ainda, que a organização dos conteúdos de ensino deve orientar-se por uma avaliação constante dos avanços dos alunos e não por uma suposta escala universal de complexidade. Mas há espaços em que os conceitos de gênero e de texto deixam de se recobrir e, tomados como finalidade última do ensino, conduzem a conseqüências muito distintas”. Nessa perspectiva, o evento se propõe a discutir as consequências distintas de se trabalhar com o gênero do texto ou se trabalhar com o texto propriamente dito.
As inscrições com apresentação de trabalho (modalidade comunicação oral) se iniciam no dia 1 de abril e vão até o dia 31 de julho de 2011.
17/04/2011
Reunião do dia 16/04 - GELPEA
Reunião do GELPEA
Presentes: José Anchieta, Sueli, Dorcas, Ozana, Suzanny, Micheline, Bernadete, Rita Leal, Rita Bentes.
Pauta:
1) Apresentação dos trabalhos para o III CIELLA:
2) Informes
A primeira apresentação foi do prof. José Anchieta sobre as “Representações de professoras das práticas no ensino de língua portuguesa na política de educação inclusiva”.
Foram discutidas as concepções do autor sobre representações sociais, inclusão, letramento e multiletramento direcionadas para a educação de pessoas deficientes, no caso, alunos com paralisia cerebral, deficiência múltipla, deficiência intelectual e surdez.
No debate sobre o trabalho, foram dadas sugestões para melhorar a apresentação visual do PowerPoint. A indicação é que a apresentação está bastante didática e que o tema redefine conceitos usualmente trabalhados no curso de Letras da UFPA.
Ficou claro no debate que as políticas públicas na área educacional dizem respeito apenas ao acesso na escola de pessoas deficientes, entretanto, outras mudanças, de currículo e de formação continuada, não estão sendo implementadas. A escola não altera seu currículo para atender a diversidade de alunos, como foi comprovado nos discursos ou representações dadas pelas professoras entrevistadas.
Com relação ao objeto de ensino, o discurso que predomina é que os alunos devem aprender por métodos sintéticos, a partir da letra, com o objetivo da escrita ortográfica, apesar de muitos não aprenderem por esse método por terem dificuldades cognitivas ou de coordenação motora. Para estes casos, a leitura de imagem, a comunicação alternativa, a língua de sinais e outras modalidades de expressão e compreensão foram apresentadas como opções de ensino-aprendizagem.
A segunda apresentação foi da professora Sueli Pinheiro da Silva com o título “Práticas de linguagem em sala de aula”.
A professora discute a formação inicial de professores a partir da ementa de uma disciplina e de atividades propostas para sala de aula. Seu argumento é que o professor se apropria de alguns saberes na universidade e os mobiliza na prática de sala de aula.
Discute também que apesar da concepção de ensino de língua portuguesa ser a partir de práticas sociais e interativas, os professores ainda não sabem como efetivamente fazer isso em sala de aula, já que reduzem o ensino a objetos gramaticais. A afirmação da Profa. Sueli é que isso decorre devido os alunos não saberem fazer essa transposição do que é aprendido na universidade para a sala de aula.
Também foi discutida a relação entre atividades teóricas e práticas na sala de aula, uma vez que uma das concepções dos alunos é que apenas o estágio é atividade prática. A autora da comunicação afirmou com relação a esse ponto de querer aprender como ensinar, que a universidade não tem esse papel, que efetivamente só se vai aprender a ser professor quando for atuar em sala de aula.
A terceira apresentação foi das professoras Rita de Cássia Macedo Leal e Rita de Nazareth Souza Bentes com o título “Saberes articulados e mobilizados em prol do ensino da língua materna: formas do trabalho docente”.
Foram apresentados os conceitos de trabalho docente a partir dos saberes, que é “uma realidade social materializada através de uma formação, de programas, de práticas coletivas, de disciplinas escolares, de uma pedagogia institucionalizada, etc., e são também, ao mesmo tempo, os saberes dele” (Tardif, 2008).
Os saberes apresentados foram agrupados nas seguintes categorias: pessoais, da formação escolar anterior, dos programas oficiais e da experiência do professor. A partir desse agrupamento é feita a análise dos discursos das professoras.
Por fim, nos encaminhamentos ficou definida a próxima reunião, conforme calendário previamente definido, para o dia 14 de maio, às 15 horas, no Astério de Campos, com a seguinte pauta:
1) Apresentação do texto “O objeto ensinado” de Bernard Schneuwly - Rita Leal, Rita Bentes, Berna;
2) texto 2: “O trabalho docente” de Bernard Schneuwly - Rita Leal e Rita Bentes.
3) Texto 3: Fazeres científicos, fazeres pedagógicos” de Geraldi - Suzanny.
4) Confirmação dos nomes para apresentação no Colóquio de pesquisa da UEPA “Língua e Literatura”.
2) texto 2: “O trabalho docente” de Bernard Schneuwly - Rita Leal e Rita Bentes.
3) Texto 3: Fazeres científicos, fazeres pedagógicos” de Geraldi - Suzanny.
4) Confirmação dos nomes para apresentação no Colóquio de pesquisa da UEPA “Língua e Literatura”.
15/04/2011
Reunião do GELPEA sábado 15 horas
Próxima reunião do GELPEA, amanhã, sábado, às 15 horas, na escola Astério de Campos.
Pauta:
1) Apresentação dos trabalhos para o III CIELLA:
José Anchieta de Oliveira Bentes. Representações de professoras sobre as práticas no ensino de língua portuguesa na política de educação inclusiva
Rita de Cássia Macedo Leal e Rita de Nazareth Souza Bentes. Saberes articulados e mobilizados em prol do ensino da língua materna: formas do trabalho docente
Sueli Pinheiro da Silva. Práticas de linguagem em sala de aula
2) Informes
Pauta:
1) Apresentação dos trabalhos para o III CIELLA:
José Anchieta de Oliveira Bentes. Representações de professoras sobre as práticas no ensino de língua portuguesa na política de educação inclusiva
Rita de Cássia Macedo Leal e Rita de Nazareth Souza Bentes. Saberes articulados e mobilizados em prol do ensino da língua materna: formas do trabalho docente
Sueli Pinheiro da Silva. Práticas de linguagem em sala de aula
2) Informes
Primeira Circular do II SISEL
O II SISEL será um evento nacional e ocorrerá na UFPA, em Belém, nos dias 22, 23 e 24 de setembro de 2011. Serão abertas 500 vagas para inscrição, incluindo as modalidades ouvinte e apresentador de comunicação oral. O público-alvo do evento são alunos e ex-alunos de graduação e pós-graduação, professores da Educação Básica, professores do Ensino Superior e pesquisadores nas áreas de Letras e Educação.
31/03/2011
Prorrogada inscrição do Mestrado Educação da UEPA
Mestrado em Educação está com inscrições abertas
Serão ofertadas 25 vagas, distribuídas entre as Linhas de Pesquisa “Formação de Professores” e “Saberes Culturais e Educação na Amazônia”. Inscrições vão até o dia 5 de abril apenas pelo site do Mestrado.
http://www.uepa.br/portal/ascom/ler_detalhe.php?id_noticia=1860505
Serão ofertadas 25 vagas, distribuídas entre as Linhas de Pesquisa “Formação de Professores” e “Saberes Culturais e Educação na Amazônia”. Inscrições vão até o dia 5 de abril apenas pelo site do Mestrado.
http://www.uepa.br/portal/ascom/ler_detalhe.php?id_noticia=1860505
27/03/2011
Agenda das próximas reuniões do GELPEA
Reserve este dia na sua agenda!
Local indicativo: Escola Astério de Campos
• 16/04 - sábado - Apresentação das comunicações para o CIELLA. Às 15 horas.
• 18, 19, 20 de abril - participação no CIELLA. UFPA-Belém.
• 14/05 - sábado - A combinar.
• 11/06 - sábado - A combinar.
Local indicativo: Escola Astério de Campos
• 16/04 - sábado - Apresentação das comunicações para o CIELLA. Às 15 horas.
• 18, 19, 20 de abril - participação no CIELLA. UFPA-Belém.
• 14/05 - sábado - A combinar.
• 11/06 - sábado - A combinar.
23/03/2011
SELEÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - MESTRADO - ANO ACADÊMICO DE 2011
Período de inscrição: de 17 a 30 de março de 2011
Home Page: www.uepa.br/mestradoeducacao
Linhas de pesquisa: Formação de Professores = 13 vagas.
Saberes Culturais e Educação na Amazônia = 12 vagas
TOTAL 25 vagas.
O processo seletivo é composto de quatro fases:
a) prova escrita no dia 25 de abril de 2011 - resultado16 de maio de 2011;
b) análise de documentos – enviar no período de 17 a 21/05/2011, por via postal – SEDEX para UEPA – Resultado dia 31 de maio de 2011;
c) análise da Proposta de Pesquisa – resultado10 de junho de 201;
d) Avaliação do Currículo Lattes e Entrevista no período de 13 a 25 de junho de 2011, resultado final dia 30 de junho de 201.
Home Page: www.uepa.br/mestradoeducacao
Linhas de pesquisa: Formação de Professores = 13 vagas.
Saberes Culturais e Educação na Amazônia = 12 vagas
TOTAL 25 vagas.
O processo seletivo é composto de quatro fases:
a) prova escrita no dia 25 de abril de 2011 - resultado16 de maio de 2011;
b) análise de documentos – enviar no período de 17 a 21/05/2011, por via postal – SEDEX para UEPA – Resultado dia 31 de maio de 2011;
c) análise da Proposta de Pesquisa – resultado10 de junho de 201;
d) Avaliação do Currículo Lattes e Entrevista no período de 13 a 25 de junho de 2011, resultado final dia 30 de junho de 201.
14/03/2011
12/03/2011
Segunda reunião do GELPEA dia 12/03/2011
Presentes: Patrícia, Socorro Pastana, Débora, Anchieta, Sueli, Simone, Fátima, Celeste, Ozana, Dorcas, Rita Bentes, Elmira, Marcione.
Local: Sala 23 da escola Astério de Campos.
PAUTA:
1) Informes
2) II Colóquio de Língua e Literatura
3) Livro do GELPEA
4) Apresentação “Por um ato Responsável” - Bakhtin
1) INFORMES
a) dia 16 a 19 de agosto em Natal - Rio Grande do Norte - Dia 31 – último prazo para inscrição no SIGET – Comunicação individual – Critério para mandar resumo: ser mestre ou doutor ou doutorando.
b) Trabalhos aprovados para comunicação coordenada: Anchieta e Rita
c) dia 23 a 25 de maio – 4º Congresso Brasileiro de Estudos Culturais – Canoas – Rio Grande do Sul – Trabalho aprovado: Anchieta.
d) 27 a 29 de julho – Congresso Brasileiro de Linguística Aplicada - Inscrição de trabalhos até abril. Local: UFRJ.
e) 14 a 16 de março - 2 Seminário de Educação de Surdos e 2 Seminário de tradutores e intérpretes de Libras – dia 15, às 9:00 horas - palestra: “formação do professor para atuar na escola inclusiva” – Prof. Anchieta.
f) 21 a 23 de junho - Interletras - UEPA. As inscrições ainda não estão abertas.
g) Os livros do Geraldi estão sendo remetidos hoje (15/03) por sedex. A Proª Sueli está arrecadando o dinheiro.
h) COLE – Campinas – UNICAMP – A Fátima Rodrigues vai apresentar comunicação.
2) II Colóquio de Pesquisas em língua e literatura
Organizado pelo Departamento de Língua e Literatura. Provavelmente de um dia – Podemos fazer exposição de trabalhos. Em Junho. Apresentação de pesquisas de professores. Previsão de apresentação de comunicações: a) Ozana, Dorcas e Rita; b) Débora e Socorro; c) Simone; d) Marcione.
3) Livro do GELPEA
Foi sugerido que façamos a troca dos artigos para leitura.
Local: Sala 23 da escola Astério de Campos.
PAUTA:
1) Informes
2) II Colóquio de Língua e Literatura
3) Livro do GELPEA
4) Apresentação “Por um ato Responsável” - Bakhtin
1) INFORMES
a) dia 16 a 19 de agosto em Natal - Rio Grande do Norte - Dia 31 – último prazo para inscrição no SIGET – Comunicação individual – Critério para mandar resumo: ser mestre ou doutor ou doutorando.
b) Trabalhos aprovados para comunicação coordenada: Anchieta e Rita
c) dia 23 a 25 de maio – 4º Congresso Brasileiro de Estudos Culturais – Canoas – Rio Grande do Sul – Trabalho aprovado: Anchieta.
d) 27 a 29 de julho – Congresso Brasileiro de Linguística Aplicada - Inscrição de trabalhos até abril. Local: UFRJ.
e) 14 a 16 de março - 2 Seminário de Educação de Surdos e 2 Seminário de tradutores e intérpretes de Libras – dia 15, às 9:00 horas - palestra: “formação do professor para atuar na escola inclusiva” – Prof. Anchieta.
f) 21 a 23 de junho - Interletras - UEPA. As inscrições ainda não estão abertas.
g) Os livros do Geraldi estão sendo remetidos hoje (15/03) por sedex. A Proª Sueli está arrecadando o dinheiro.
h) COLE – Campinas – UNICAMP – A Fátima Rodrigues vai apresentar comunicação.
2) II Colóquio de Pesquisas em língua e literatura
Organizado pelo Departamento de Língua e Literatura. Provavelmente de um dia – Podemos fazer exposição de trabalhos. Em Junho. Apresentação de pesquisas de professores. Previsão de apresentação de comunicações: a) Ozana, Dorcas e Rita; b) Débora e Socorro; c) Simone; d) Marcione.
3) Livro do GELPEA
Foi sugerido que façamos a troca dos artigos para leitura.
4) Apresentação da Patrícia “Ato Responsável”
Iniciou com a relação com o artigo de Bakhtin “O autor e Herói”, presente em Estética da criação verbal. Para Bakhtin, o texto é decorrente de um projeto de discurso do autor e o personagem, resultado desse projeto, acaba por ser tomado como ser acabado, concluso. Essa condição é oposta à condição do autor que, enquanto ser vivente, real, existe de modo inconcluso; cada ato de um ser vivente, real (não produto de um isolamento/acabamento estético), se configura como um evento, i. e., revela a singularidade constitutiva de cada indivíduo em sua relação com o universo, com o outro, no eterno devir que caracteriza o mundo dos fatos.
Na introdução, Ponzio afirma que Bocharov intitulou o texto de Bakhtin em tela como “K filosofia postupka”, em que a palavra “Postupok” se faz presente, significando “ato, de pensamento, de sentimento, de desejo, de fala, de ação, que é intencional, e que carcteriza a singularidade, a peculiaridade, o monograma de cada um, em sua unicidade, em sua impossibilidade de ser substituído, em seu dever responder, responsavelmente, a partir do lugar que ocupa, sem álibi e sem exceção” (p. 10).
Existir evento único – não nos confundimos com ninguém. Por isso responder a uma formulação ética, estética.
Ato responsável = tem a ver com “Responsivo”, quando participo da formulação do ato.
A teoria, se isolada de atos responsivos, não levada ao conhecimento dos indivíduos para que estes possam responder ativamente à proposição teórica elaborada, tende a gerar consequências nefastas. Como exemplo, citou o uso da física quântica como nefasta quando deu origem à bomba atômica.
Ética – se for tomada como conjunto de normas e regras elaboradas fora da orientação moral de consciências individuais (ética conteudística), também tem consequências desastrosas. Citou Hitler: Um povo tem uma pureza, por isso tem que dizimar pessoas. Se as pessoas não têm condições de se posicionar, as consequências são desastrosas.
Conclui: em que medida a gente se vê em situação de impotência, como as regras são formuladas?
A gente tem responsabilidade em função da discussão. Cita a Lei que reduz a idade para criminalizar o menor.
O nosso viver é um eterno devir. Não temos condições de depois de aprovado, como pode ser feito em uma novela, alterar o fim, as consequências.
Como a nossa existência é perpassada por regras, acabadas, que são formulações da cultura. A escola tem sua cultura. Tem as suas imposições. Não abre para atos responsáveis.
Como pensar o ensino de língua em uma cultura rígida, inflexível. Precisamos pensar coletivamente.
A ética é quando posso participar da formulação das regras.
Qualquer formulação abstrata que não permita a compreensão, participação, não se constitui um ato responsável. O ato só é responsável se tiver uma posição responsiva.
Estamos nos aproximando ao que preceitua o filme “AI Inteligência Artificial” – o homem criou uma máquina tão perfeita que tem sentimento. No final o sofrimento tanto para o menino, que já tinha sentimentos humanos, quanto para a mãe. Temos responsabilidade pelas conseqüências advindas dessas proposições teóricas.
A prof. Dorcas emitiu posicionamento sobre o ensino de filosofia e preocupação a respeito da ética e do fato de professores pouco estudarem.
A prof. Sueli falou sobre a ruptura entre o núcleo duro da linguística e a lingüística aplicada e pergunta: a que tem servido a língua? A gente está em uma profissão que pára para pensar, qual é o nosso papel, quais os nossos atos responsáveis? Nós somos revolucionários!
A prof. Fátima falou do seu encantamento pela teoria de Bakhtin. Os professores não estabelecem relação de alteridade, de responsabilidade com os alunos, com a escola. A gente é fadado a agir, sempre.
A prof. Débora citou a dificuldade da leitura. Prestigiou a exposição da prof. Patrícia. Duas palavras a “ética” e a “escolha”. Como podemos “Não estar nem ai?”. Não tem ninguém que impeça a nossa escolha em sala de aula. Salas numerosas. Os efeitos do modo, dependo das escolhas, olhando aluno com respeito, como pessoa podem fazer a diferença.
A prof. Marceone parabenizou a exposição. Refletiu o nosso trabalho, nossa vida, sobre a reformulação que deve ocorrer sempre. A preocupação com o ensino à distância (EAD): cada um vem trazendo aqui reflexões, posicionamentos. O que fazemos em sala pode proporcionar reflexão sobre o mundo. Como ocorre a interação à distância? Muitos alunos sequer se identificam com o curso. Se no presencial já é difícil conseguir uma responsabilidade, quanto mais difícil a distância, no interior. Como contribuir para essa formação crítica? De um ato responsável?
A prof. Rita indicou que podemos ressignificar nossas práticas. Utilizando instrumentos, citando a dialética, pensar nos contrários. Não a língua formatada, mas reconfigurando os instrumentos. É possível conseguir interação entre os participantes do EAD. Para reverter o uso dos instrumentos que nos manipulam, nos oprimem.
A prof. Socorro afirmou que a fala da Patrícia convoca para o ensino do gênero. Considera que esse tipo de ensino não é uma proposta acabada. Podemos nos apropriar dessas teorias, discutindo, para olhar as nossas metodologias.
A prof. Simone resgata a fala de trabalhar à distância. Informa que nesse tipo de trabalho os alunos têm um perfil diferente do presencial. Relata que quando o aluno posta uma informação, uma atividade, esta pode não ter resposta imediata, podendo causar frustração. Conclui que a EAD vai depender da metodologia e do material utilizado. O Currículo é montado, mas pode ser desmontado. Isso exige do professor um agir diferente – implica conhecer as características do aluno, refletir se o que faz é correto. Esse agir revolucionário tem que ser pautado na reflexão e na ação.
A prof Patrícia retomou a partir do termo interação. Como eu me posiciono com responsibilidade ativa? Esta não só ocorre de maneira manifesta. Não é por que não coloco no fórum que não está tendo interação. Pode ser com um texto ou não. O ato não é só com o dizer, é com ação, com sentimento, com desejo.
Também se expressou com relação a posição teórica e com o agir de maneira responsável. Citando Bakhtin (2010, p. 43):
“O ato da atividade, de cada um, da experiência que cada um vive, olha, como um Jano bifronte, em duas direções opostas: para a unidade objetiva de um domínio da cultura e para a singularidade irrepetível da vida que se vive, mas não há um plano unitário e único em que as duas faces se determinem reciprocamente em relação a uma unidade única”.
Penso na sala de aula, no trabalho da Prof. Bernadete, quando realizei minha pesquisa. Este trabalho é diferente em relação as outras práticas de educação básica.
A prof. Sueli fechou a discussão. Disse que era contra a EAD devido à formatação, a precarização, a segmentação do trabalho docente. Mas, dada as dimensões territoriais, não dá para deixar de implementar. Essa implementação deve ser feita com críticas. Nas apresentações de EAD tá tudo muito quieto, só tem trabalhos de valorização da EAD, é preciso escrever fazendo outras análises.
Próxima reunião - 16/04 - sábado - Apresentação das comunicações para o CIELLA, que ocorrerá 18, 19, 20 de abril. Haverá apresentações dos professores a) Anchieta; b) Rita Leal e Rita Bentes; c) Sueli. A reunião será pela parte da tarde às 15 horas, na UEESPAC- Unidade Educacional Especializada Profº Astério de Campos.
Na introdução, Ponzio afirma que Bocharov intitulou o texto de Bakhtin em tela como “K filosofia postupka”, em que a palavra “Postupok” se faz presente, significando “ato, de pensamento, de sentimento, de desejo, de fala, de ação, que é intencional, e que carcteriza a singularidade, a peculiaridade, o monograma de cada um, em sua unicidade, em sua impossibilidade de ser substituído, em seu dever responder, responsavelmente, a partir do lugar que ocupa, sem álibi e sem exceção” (p. 10).
Existir evento único – não nos confundimos com ninguém. Por isso responder a uma formulação ética, estética.
Ato responsável = tem a ver com “Responsivo”, quando participo da formulação do ato.
A teoria, se isolada de atos responsivos, não levada ao conhecimento dos indivíduos para que estes possam responder ativamente à proposição teórica elaborada, tende a gerar consequências nefastas. Como exemplo, citou o uso da física quântica como nefasta quando deu origem à bomba atômica.
Ética – se for tomada como conjunto de normas e regras elaboradas fora da orientação moral de consciências individuais (ética conteudística), também tem consequências desastrosas. Citou Hitler: Um povo tem uma pureza, por isso tem que dizimar pessoas. Se as pessoas não têm condições de se posicionar, as consequências são desastrosas.
Conclui: em que medida a gente se vê em situação de impotência, como as regras são formuladas?
A gente tem responsabilidade em função da discussão. Cita a Lei que reduz a idade para criminalizar o menor.
O nosso viver é um eterno devir. Não temos condições de depois de aprovado, como pode ser feito em uma novela, alterar o fim, as consequências.
Como a nossa existência é perpassada por regras, acabadas, que são formulações da cultura. A escola tem sua cultura. Tem as suas imposições. Não abre para atos responsáveis.
Como pensar o ensino de língua em uma cultura rígida, inflexível. Precisamos pensar coletivamente.
A ética é quando posso participar da formulação das regras.
Qualquer formulação abstrata que não permita a compreensão, participação, não se constitui um ato responsável. O ato só é responsável se tiver uma posição responsiva.
Estamos nos aproximando ao que preceitua o filme “AI Inteligência Artificial” – o homem criou uma máquina tão perfeita que tem sentimento. No final o sofrimento tanto para o menino, que já tinha sentimentos humanos, quanto para a mãe. Temos responsabilidade pelas conseqüências advindas dessas proposições teóricas.
A prof. Dorcas emitiu posicionamento sobre o ensino de filosofia e preocupação a respeito da ética e do fato de professores pouco estudarem.
A prof. Sueli falou sobre a ruptura entre o núcleo duro da linguística e a lingüística aplicada e pergunta: a que tem servido a língua? A gente está em uma profissão que pára para pensar, qual é o nosso papel, quais os nossos atos responsáveis? Nós somos revolucionários!
A prof. Fátima falou do seu encantamento pela teoria de Bakhtin. Os professores não estabelecem relação de alteridade, de responsabilidade com os alunos, com a escola. A gente é fadado a agir, sempre.
A prof. Débora citou a dificuldade da leitura. Prestigiou a exposição da prof. Patrícia. Duas palavras a “ética” e a “escolha”. Como podemos “Não estar nem ai?”. Não tem ninguém que impeça a nossa escolha em sala de aula. Salas numerosas. Os efeitos do modo, dependo das escolhas, olhando aluno com respeito, como pessoa podem fazer a diferença.
A prof. Marceone parabenizou a exposição. Refletiu o nosso trabalho, nossa vida, sobre a reformulação que deve ocorrer sempre. A preocupação com o ensino à distância (EAD): cada um vem trazendo aqui reflexões, posicionamentos. O que fazemos em sala pode proporcionar reflexão sobre o mundo. Como ocorre a interação à distância? Muitos alunos sequer se identificam com o curso. Se no presencial já é difícil conseguir uma responsabilidade, quanto mais difícil a distância, no interior. Como contribuir para essa formação crítica? De um ato responsável?
A prof. Rita indicou que podemos ressignificar nossas práticas. Utilizando instrumentos, citando a dialética, pensar nos contrários. Não a língua formatada, mas reconfigurando os instrumentos. É possível conseguir interação entre os participantes do EAD. Para reverter o uso dos instrumentos que nos manipulam, nos oprimem.
A prof. Socorro afirmou que a fala da Patrícia convoca para o ensino do gênero. Considera que esse tipo de ensino não é uma proposta acabada. Podemos nos apropriar dessas teorias, discutindo, para olhar as nossas metodologias.
A prof. Simone resgata a fala de trabalhar à distância. Informa que nesse tipo de trabalho os alunos têm um perfil diferente do presencial. Relata que quando o aluno posta uma informação, uma atividade, esta pode não ter resposta imediata, podendo causar frustração. Conclui que a EAD vai depender da metodologia e do material utilizado. O Currículo é montado, mas pode ser desmontado. Isso exige do professor um agir diferente – implica conhecer as características do aluno, refletir se o que faz é correto. Esse agir revolucionário tem que ser pautado na reflexão e na ação.
A prof Patrícia retomou a partir do termo interação. Como eu me posiciono com responsibilidade ativa? Esta não só ocorre de maneira manifesta. Não é por que não coloco no fórum que não está tendo interação. Pode ser com um texto ou não. O ato não é só com o dizer, é com ação, com sentimento, com desejo.
Também se expressou com relação a posição teórica e com o agir de maneira responsável. Citando Bakhtin (2010, p. 43):
“O ato da atividade, de cada um, da experiência que cada um vive, olha, como um Jano bifronte, em duas direções opostas: para a unidade objetiva de um domínio da cultura e para a singularidade irrepetível da vida que se vive, mas não há um plano unitário e único em que as duas faces se determinem reciprocamente em relação a uma unidade única”.
Penso na sala de aula, no trabalho da Prof. Bernadete, quando realizei minha pesquisa. Este trabalho é diferente em relação as outras práticas de educação básica.
A prof. Sueli fechou a discussão. Disse que era contra a EAD devido à formatação, a precarização, a segmentação do trabalho docente. Mas, dada as dimensões territoriais, não dá para deixar de implementar. Essa implementação deve ser feita com críticas. Nas apresentações de EAD tá tudo muito quieto, só tem trabalhos de valorização da EAD, é preciso escrever fazendo outras análises.
Próxima reunião - 16/04 - sábado - Apresentação das comunicações para o CIELLA, que ocorrerá 18, 19, 20 de abril. Haverá apresentações dos professores a) Anchieta; b) Rita Leal e Rita Bentes; c) Sueli. A reunião será pela parte da tarde às 15 horas, na UEESPAC- Unidade Educacional Especializada Profº Astério de Campos.
10/03/2011
Convite para reunião GELPEA 12/03
Convidamos a tod@s para a segunda reunição do GELPEA de 2011 Dia: 12/03 - sábado - 9 horas.
Local: Escola Astério de Campos - Almirante Barroso 2.800 - Prox. a SESAN.
Pauta:
1) Apresentação do livro: “Ato responsável” por Patrícia Almeida
2) Discussão sobre os artigos para o litro "Linguagem e trabalho docente"
3) Coloquio UEPA "Língua e Literatura"
4) Informes
Local: Escola Astério de Campos - Almirante Barroso 2.800 - Prox. a SESAN.
Pauta:
1) Apresentação do livro: “Ato responsável” por Patrícia Almeida
2) Discussão sobre os artigos para o litro "Linguagem e trabalho docente"
3) Coloquio UEPA "Língua e Literatura"
4) Informes
21/02/2011
Minicursos da ABRALIN 14 a 18 de fevereiro/2011
As professoras Maria Bernadete e Patrícia Almeida estiveram em Curitiba/PR na última semana, de 14 a 18 de fevereiro, participando de dois minicursos promovidos pela Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN), com carga horária total de 50 horas.
O minicurso do turno da manhã, ministrado por Sheila Vieira de Camargo Grillo (USP), denominado "Dimensão verbovisual de gêneros discursivos: as contribuições do Círculo de Bakhtin no diálogo com outras teorias", superou as expectativas. A professora, além de ter uma postura gentil, educada e agradável em relação aos alunos, mostrou-se extremamente comprometida com o que se propôs fazer. Pesquisadora das teorias do Círculo de Bakhtin desde a década de 90, ela atualmente dedica-se ao estudo de gêneros verbovisuais, investigando o modo com que outras teorias abordam e relação entre discurso verbal e discurso visual, a fim de construir sua tese de livre-docência.
Desse modo, durante o minicurso da ABRALIN, Sheila tratou da questão em tela tecendo considerações a respeito de algumas teorias, cf. relatado abaixo, em suma.
• Dia 14/02 – Semiologia e retórica da imagem em Roland Barthes – o que mais se destaca nesta teoria é a ideia de morte do autor. De base saussureana, essa semiologia estruturalista tem como objeto de estudo os sistemas de signos, sejam eles verbais ou visuais, e considera o autor como mero escrevente, atribuindo ao intérprete (aquele que interpreta os signos) o processamento dos sentidos contidos no texto.
• Dia 15/02 – Semiótica visual: a Escola de Paris – como a teoria barthesiana, é de base estruturalista e afasta a “intenção” do enunciador de seu objetivo primeiro, mas aqui o objeto é a significação, entendida como sentido articulado, definido pelas relações diferenciais, resultante de um processo gerativo de produção, de complexidade crescente, partindo de um nível mais elementar (abstrato), passando pelo temático e, enfim, “materializando-se” no nível figurativo. Jean-Marie Floch (maior expoente dessa Escola) concebe sentido como sendo a substância da significação que articula dois planos: o da expressão (visual, lingüístico, gestual, musical etc.) e o do conteúdo.
• Dia 16/02 – Retórica ou Semiótica visual do Groupe µ - também denominada “Retórica do desvio” ou “Retórica (ou Semiótica) da imagem”, tem como objeto os desvios (figuras de linguagem) em relação a uma norma. Essa teoria integra o escopo de análise de Grillo por se autoafirmar como retórica (estudo originalmente voltado para o discurso verbal), pois, afora isso, seu objeto de análise aplica-se somente à imagem.
• Dia 17/02 – Semiótica Russa (ou da cultura) – originária da Escola de Tártu-Moscou, dedica-se ao estudo da linguagem na cultura e dos modos com que diferentes sistemas operam mecanismos semióticos, a partir de textos.
• Dia 18/02 – O Círculo de Bakhtin – epistemologicamente dialógica, a teoria do Círculo coloca como objeto de análise das Ciências Humanas o homem. Para tanto, Grillo aponta duas “chaves” para compreender a obra bakhtiniana: i) a não-restrição a enunciados verbais (proposta de uma estética das artes em geral); ii) a inter-relação ente os diversos campos (esferas) da cultura. Estudar os gêneros verbovisuais, portanto, requer considerar os enunciados como resultantes de um projeto discursivo do locutor e relacioná-los ao(s) campo(s) da cultura no qual se dá sua produção.
Links para produções de Sheila Vieira de Camargo Grillo:
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr003.pdf
http://seer.fclar.unesp.br/alfa/article/view/2871
http://www.saofrancisco.edu.br/edusf/publicacoes/RevistaHorizontes/Volume_08/uploadAddress/Art1%5B6565%5D.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/sheila_genero_discurso.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/sheila_nocao_tema.pdf
http://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/3691/2416
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr004.pdf
http://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/3935/2585
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr011.pdf
http://www.gel.org.br/estudoslinguisticos/edicoesanteriores/4publica-estudos-2004/4publica-estudos2004-pdfs-comunics/bourdieu_linguistas.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr007.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr006.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr002.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr008.pdf
http://seer.fclar.unesp.br/alfa/article/view/2871
http://www.saofrancisco.edu.br/edusf/publicacoes/RevistaHorizontes/Volume_08/uploadAddress/Art1%5B6565%5D.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/sheila_genero_discurso.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/sheila_nocao_tema.pdf
http://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/3691/2416
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr004.pdf
http://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/3935/2585
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr011.pdf
http://www.gel.org.br/estudoslinguisticos/edicoesanteriores/4publica-estudos-2004/4publica-estudos2004-pdfs-comunics/bourdieu_linguistas.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr007.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr006.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr002.pdf
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/shgr008.pdf
Minicurso da tarde
O minicurso da tarde, ministrado por Maria Bernadete Abaurre e Raquel Salek Fiad, intitulado “Discutindo o processo de aquisição da escrita: a aprendizagem da base alfabética e a produção de textos no ensino fundamental”, tratou da dimensão mais enunciativo-discursiva de textos produzidos no início do processo de aquisição da escrita, com base na teoria dialógica bakhtiniana (Profª. Raquel Fiad), e da dimensão fonológica da escrita – aprendizagem da base alfabética – oferecendo noções da linguística mais formal para a compreensão do caráter fonográfico da escrita (Profª. Bernadete Abaurre).
17/02/2011
XIII SILEL
XIII SILEL - CIRCULAR Nº 2
XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística
III Simpósio Internacional de Letras e Linguística
Uberlândia, 23, 24 e 25 de novembro de 2001
O Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia promoverá no período de 23 a 25 de novembro de 2011, no Campus Santa Mônica, na cidade de Uberlândia - MG/Brasil, o XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística e III Simpósio Internacional de Letras e Linguística. A proposta do evento é promover a reflexão em torno dos Estudos Lingüísticos e dos Estudos Literários, configurando-se como um espaço de discussão e circulação de idéias e trabalhos que fundamentam as principais linhas de pesquisa que compõem essas áreas. O SILEL, no ano de 2011, terá uma programação constituída de:
Conferências
Mesas-redondas
Grupos Temáticos (GTs) (para apresentação e discussão de trabalhos)
Painéis
Lançamento de livros
Atividades culturais
As inscrições e a submissão de trabalhos serão realizadas obedecendo ao seguinte calendário:
De 21/02/2011 até 31/03/2011 – para coordenação de Grupo Temático;
De 17/05/2011 até 11/07/2011 – para comunicação em Grupo Temático;
De 17/05/2011 até 11/07/2011 – para apresentação em Painéis.
SITE: www.ileel.ufu.br/silel2011
XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística
III Simpósio Internacional de Letras e Linguística
Uberlândia, 23, 24 e 25 de novembro de 2001
O Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia promoverá no período de 23 a 25 de novembro de 2011, no Campus Santa Mônica, na cidade de Uberlândia - MG/Brasil, o XIII Simpósio Nacional de Letras e Linguística e III Simpósio Internacional de Letras e Linguística. A proposta do evento é promover a reflexão em torno dos Estudos Lingüísticos e dos Estudos Literários, configurando-se como um espaço de discussão e circulação de idéias e trabalhos que fundamentam as principais linhas de pesquisa que compõem essas áreas. O SILEL, no ano de 2011, terá uma programação constituída de:
Conferências
Mesas-redondas
Grupos Temáticos (GTs) (para apresentação e discussão de trabalhos)
Painéis
Lançamento de livros
Atividades culturais
As inscrições e a submissão de trabalhos serão realizadas obedecendo ao seguinte calendário:
De 21/02/2011 até 31/03/2011 – para coordenação de Grupo Temático;
De 17/05/2011 até 11/07/2011 – para comunicação em Grupo Temático;
De 17/05/2011 até 11/07/2011 – para apresentação em Painéis.
SITE: www.ileel.ufu.br/silel2011
12/02/2011
Primeira reunião do GELPEA 2011
Presentes: Rita Bentes, Marceone, Sueli, Docas, Fátima, Celeste, Elmira, Bernadete, Simone Viana, Jane, Anchieta.
Primeiro ponto de pauta: comunicação da Profª Bernadete.
Título da apresentação: “Correio escolar: escrever, aprender e comunicar" que integra o tema gerador da escola: “Do mundo da leitura e da escrita à (re)construção do respeito às diferenças”.
Na sua apresentação, Bernadete destacou a produção de bilhetes pelos alunos da sua turma de terceiro ano do ensino fundamental. Seu trabalho está focado na escrita e reescrita do gênero textual bilhete e posterior entrega dos mesmos. Para isto, na função de carteiro, cinco alunos vestidos com o uniforme do correio encarregaram-se de entregar os bilhetes para os destinatários, que faziam parte da própria sala da professora Bernadete ou de outras salas.
Os objetivos da professora com este trabalho foram de aprimorar o gosto pela escrita, aperfeiçoar questões ortográficas e desenvolver atitudes de respeitos entre os alunos.
Primeiro ponto de pauta: comunicação da Profª Bernadete.
Título da apresentação: “Correio escolar: escrever, aprender e comunicar" que integra o tema gerador da escola: “Do mundo da leitura e da escrita à (re)construção do respeito às diferenças”.
Na sua apresentação, Bernadete destacou a produção de bilhetes pelos alunos da sua turma de terceiro ano do ensino fundamental. Seu trabalho está focado na escrita e reescrita do gênero textual bilhete e posterior entrega dos mesmos. Para isto, na função de carteiro, cinco alunos vestidos com o uniforme do correio encarregaram-se de entregar os bilhetes para os destinatários, que faziam parte da própria sala da professora Bernadete ou de outras salas.
Os objetivos da professora com este trabalho foram de aprimorar o gosto pela escrita, aperfeiçoar questões ortográficas e desenvolver atitudes de respeitos entre os alunos.
AGENDA 2011 - 1º SEMESTRE
Decidimos que as reuniões no ano de 2011 serão mensais, na Escola Astério de Campos. Pela parte da manhã, às 9 horas. O foco dos encontros estarão nas duas linhas de pesquisa do grupo: a) Linguagem, letramento e atividades docentes na Amazônia; e b) Formação e práticas educacionais e sociais inclusivas na Amazônia.
Cronocrama para o primeiro semestre:
• 12/02 - sábado - Comunicação da Berna, planejamento.
• 12/03 - sábado - Apresentação da Patrícia “Ato responsável”, da Socorro.
• 16/04 - sábado - Apresentação das comunicações para o CIELLA.
• 18, 19, 20 de abril - participação no CIELA.
• 14/05 - sábado - A combinar.
• 11/06 - sábado - A combinar.
• 13/08 - sábado - A combinar.
Cronocrama para o primeiro semestre:
• 12/02 - sábado - Comunicação da Berna, planejamento.
• 12/03 - sábado - Apresentação da Patrícia “Ato responsável”, da Socorro.
• 16/04 - sábado - Apresentação das comunicações para o CIELLA.
• 18, 19, 20 de abril - participação no CIELA.
• 14/05 - sábado - A combinar.
• 11/06 - sábado - A combinar.
• 13/08 - sábado - A combinar.
Programação de eventos 2011
1. III Congresso Internacional de Estudos Linguísticos e Literários - CIELLA - 18 a 20 de abril de 2011 - UFPA
2. Interletras - junho/2011 - UEPA.
3. Colóquio de pesquisas em língua e literatura - junho - UEPA.
4. VI Simpósio Internacional de Estudos dos Gêneros Textuais - 16 a 19 de agosto de 2011 (Natal/RN)
5. VII Congresso Internacional ABRALIN - 09 a 12 de fevereiro de 2011 - XX Instituto - 07 a 09 . 14 a 18 de fevereiro de 2011 (Curitiba/PR)
6. EBELLI - Julho - Bragança - UFPA.
7. Congresso de linguística aplicada - julho - UEPA.
8. 4º SBECE Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação 23 a 25 de maio 2011 - Canoas - RS.
9. 18º Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada - 23 a 25 de junho de 2011 (PUC/SP).
2. Interletras - junho/2011 - UEPA.
3. Colóquio de pesquisas em língua e literatura - junho - UEPA.
4. VI Simpósio Internacional de Estudos dos Gêneros Textuais - 16 a 19 de agosto de 2011 (Natal/RN)
5. VII Congresso Internacional ABRALIN - 09 a 12 de fevereiro de 2011 - XX Instituto - 07 a 09 . 14 a 18 de fevereiro de 2011 (Curitiba/PR)
6. EBELLI - Julho - Bragança - UFPA.
7. Congresso de linguística aplicada - julho - UEPA.
8. 4º SBECE Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação 23 a 25 de maio 2011 - Canoas - RS.
9. 18º Intercâmbio de Pesquisas em Linguística Aplicada - 23 a 25 de junho de 2011 (PUC/SP).
Informes
Informes:
• 2º Congresso de linguística aplicada - julho - está sendo organizado pelo departamento de língua e literatura.
• Compras de livros do Geraldi - 20 livros. Será encaminhado pela Sueli.
• Participação no ABRALIN - Bernadete e Patrícia.
• Quem vai para o SIGET - Jane, Berna, Fátima, Sueli*, RitaB, RitaL, Anchieta, Patrícia, Isabel, Celeste, Pastana.
• Começa dia 14/02 inscrições de comunicações para o SIGET.
• Livro organizado pela Helena Chaves – está em fase revisão.
• Livro do GELPEA – fase de reescrita.
1) Jane, Débora e RitaL
2) RitaB, Suzanny, Sueli
3) Bernadete, Patrícia
4) Sandoval
5) Anchieta, Simone
6) Isabel
• Participação do CIELLA - Sueli, Jane, RitaB/RitaL, Patrícia, Suzanny.
• 2º Congresso de linguística aplicada - julho - está sendo organizado pelo departamento de língua e literatura.
• Compras de livros do Geraldi - 20 livros. Será encaminhado pela Sueli.
• Participação no ABRALIN - Bernadete e Patrícia.
• Quem vai para o SIGET - Jane, Berna, Fátima, Sueli*, RitaB, RitaL, Anchieta, Patrícia, Isabel, Celeste, Pastana.
• Começa dia 14/02 inscrições de comunicações para o SIGET.
• Livro organizado pela Helena Chaves – está em fase revisão.
• Livro do GELPEA – fase de reescrita.
1) Jane, Débora e RitaL
2) RitaB, Suzanny, Sueli
3) Bernadete, Patrícia
4) Sandoval
5) Anchieta, Simone
6) Isabel
• Participação do CIELLA - Sueli, Jane, RitaB/RitaL, Patrícia, Suzanny.
09/02/2011
Inscrições abertas para mestrado em Bragança
O Mestrado em Linguagens e Saberes na Amazônia está com inscrições abertas. Podem se candidatar portadores de diploma de nível superior, bacharelado e/ou licenciatura, com carga horária mínima de 2.400 horas, independentemente da área de formação, que desejem fomentar a formação continuada stricto sensu e a prática em pesquisa a partir da experiência com diferentes práticas culturais e organizações sociais, mediante a compreensão e a conexão de diversos discursos e linguagens praticadas na região. O curso será realizado no Campus de Bragança-PA. O Link para acesso ao Edital é: http://www.propesp.ufpa.br/editais/pos_graduacao/Mestrado_Braganca.pdf.
07/02/2011
Primeira reunião de 2011
Pessoal,
Convidamos tod@s para a primeira reunião do ano de 2011 do GELPEA.
Será no dia 12/02/2011 na escola Astério de Campos - Av. Almirante Barroso, Conjunto Castelo Branco, n° 2800 - Souza. Em frente ao Tribunal de Justiça do Estado, ao lado da SESAN.
Pauta da reunião:
i) Exposição da prof. Bernadete Lima “Correio escolar: escrever, aprender e comunicar”;
ii) Exposição da prof. Patrícia Almeida “sobre o ato responsável” de M. Bakhtin;
iii) Informes e encaminhamentos: (eventos, comunicações, livro)
Horário: 9:00 h.
Pessoal,
Convidamos tod@s para a primeira reunião do ano de 2011 do GELPEA.
Será no dia 12/02/2011 na escola Astério de Campos - Av. Almirante Barroso, Conjunto Castelo Branco, n° 2800 - Souza. Em frente ao Tribunal de Justiça do Estado, ao lado da SESAN.
Pauta da reunião:
i) Exposição da prof. Bernadete Lima “Correio escolar: escrever, aprender e comunicar”;
ii) Exposição da prof. Patrícia Almeida “sobre o ato responsável” de M. Bakhtin;
iii) Informes e encaminhamentos: (eventos, comunicações, livro)
Horário: 9:00 h.
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| Escola Astério de Campos |
14/01/2011
Curso de Mestrado em linguagens e saberes na amazônia em Bragança
Está aberta a inscrição para o Curso de Mestrado em linguagens e saberes na amazônia
Período: 17/01 a 11/02/2011
Local: CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE BRAGANÇAVagas: 12 (doze), sendo seis para cada uma das linhas de pesquisa do Programa.
Linhas de pesquisa: Leitura e Tradução Cultural
Memórias e Saberes Interculturais
Inscriçoes: Campus Universitário de Bragança/ Coordenação do Programa de Pós Graduação em Linguagens e Saberes na Amazônia
Rua Leandro Ribeiro s/n. CEP 68.370-000 – Bairro da Aldeia – Bragança (Pa)
Telefone do Campus: (91) 3425-1593/4536
Contato eletrônico: mojuim@uol.com.br ou falebraufpa@gmail.com
As inscrições via correio deverão ser postadas por sedex, e enviadas com a data de postagem relativa até o último dia de inscrições.
Objetivos do curso
a) Investigar as diferentes formas discursivas, em diferentes linguagens, sobre e na região amazônica.
b) Mapear e compreender as imbricações epistemológicas dos saberes locais e saberes universais, a partir da tensão entre as componentes internacionais, nacional e regional, coloniais e pós-coloniais.
c) Estabelecer a descentralização da produção de conhecimentos sobre a Amazônia;
d) Propor estudos críticos da realidade local;
e) Propor práticas interdisciplinares no estudo das realidades locais;
f) Fomentar propostas de co-participação entre academia e comunidade no equacionamento de tensões e conflitos sociais e culturais.
Período: 17/01 a 11/02/2011
Local: CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE BRAGANÇAVagas: 12 (doze), sendo seis para cada uma das linhas de pesquisa do Programa.
Linhas de pesquisa: Leitura e Tradução Cultural
Memórias e Saberes Interculturais
Inscriçoes: Campus Universitário de Bragança/ Coordenação do Programa de Pós Graduação em Linguagens e Saberes na Amazônia
Rua Leandro Ribeiro s/n. CEP 68.370-000 – Bairro da Aldeia – Bragança (Pa)
Telefone do Campus: (91) 3425-1593/4536
Contato eletrônico: mojuim@uol.com.br ou falebraufpa@gmail.com
As inscrições via correio deverão ser postadas por sedex, e enviadas com a data de postagem relativa até o último dia de inscrições.
Objetivos do curso
a) Investigar as diferentes formas discursivas, em diferentes linguagens, sobre e na região amazônica.
b) Mapear e compreender as imbricações epistemológicas dos saberes locais e saberes universais, a partir da tensão entre as componentes internacionais, nacional e regional, coloniais e pós-coloniais.
c) Estabelecer a descentralização da produção de conhecimentos sobre a Amazônia;
d) Propor estudos críticos da realidade local;
e) Propor práticas interdisciplinares no estudo das realidades locais;
f) Fomentar propostas de co-participação entre academia e comunidade no equacionamento de tensões e conflitos sociais e culturais.
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